segunda-feira, 31 de agosto de 2015
sábado, 29 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
"Vivemos, agimos e reagimos uns com os outros; mas sempre, e sob quaisquer circunstâncias, existimos a sós. Os mártires penetram na arena de mãos dadas; mas são crucificados sozinhos. Abraçados, os amantes buscam desesperadamente fundir seus êxtases isolados em uma única autotranscendência; debalde. Por sua própria natureza, cada espírito, em sua prisão corpórea, está condenado a sofrer e gozar em solidão. Sensações, sentimentos, concepções, fantasias - tudo isso são coisas privadas e, a não ser por meio de símbolos, e indiretamente, não podem ser transmitidas. Podemos acumular informações sobre experiências, mas nunca as próprias experiências. Da família à nação, cada grupo humano é uma sociedade de universos insulares." (Aldous Huxley - Portas da Percepção)
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Se sexta
Se somam
Se sêmen
Se servem
Se suprem
Se sentem
Se suam
Se secam
Se sugam
Se surram
Se sangram
Se sujam
Se somem
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
Slam Resistência - FUNARTE - 25/06/2015 - Samuel Luis Borges #1
Havia uma rachadura entre asfalto e guia
Onde a farsa da cidade principia
Ali, nela, uma flor crescia
Que ironia...
Vida, verso, cor e melodia
Quando brota em concreto, chumbo e cinza
Só pode ser anarquia.
Onde a farsa da cidade principia
Ali, nela, uma flor crescia
Que ironia...
Vida, verso, cor e melodia
Quando brota em concreto, chumbo e cinza
Só pode ser anarquia.
via slam resistencia
O famoso poeta espanhol Lorca recita o seu ultimo poema, mesmo antes da sua execução, durante a guerra civil da Espanha em agosto de 1936, por um pelotão de fuzilamento facista:
O que é um homem sem liberdade
O! Mariana diz-me
Diz-me como poso amar-te
Se eu não sou livre, diz-me
Como oferecer-te o meu coração
Se ele não é pra mim...
O famoso poeta espanhol Lorca recita o seu ultimo poema, mesmo antes da sua execução, durante a guerra civil da Espanha em agosto de 1936, por um pelotão de fuzilamento facista:
O que é um homem sem liberdade
O! Mariana diz-me
Diz-me como poso amar-te
Se eu não sou livre, diz-me
Como oferecer-te o meu coração
Se ele não é pra mim...
sábado, 8 de agosto de 2015
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