Mataram o Amor. Ele era preto.
Usava um bermudão amarelo... Camiseta regata e chinelo... havaiana.
De cabelos crespos e sorriso estridente. O andar Swingando, ou melhor... Cadenciado.
Em seu delírio de morte.
Nem se quer soube o motivo
Seu agressor também nem se quer sabia... Sabia?
Espancaram o Amor.
O homem com lousas nas narinas
Coturno engraxado
Fez de camelo, o humilde camelô
Até seus últimos e fúnebres suspiros
A segurança pública do estado de São Paulo
Matou mais uma vez o Amor
Logo o Amor, inseguro por que não tinha seguros,
Morto pela segurança.
(do poeta-guerrêro Luan Luando,
da Z/S de São Paulo que sangra)
De cabelos crespos e sorriso estridente. O andar Swingando, ou melhor... Cadenciado.
Em seu delírio de morte.
Nem se quer soube o motivo
Seu agressor também nem se quer sabia... Sabia?
Espancaram o Amor.
O homem com lousas nas narinas
Coturno engraxado
Fez de camelo, o humilde camelô
Até seus últimos e fúnebres suspiros
A segurança pública do estado de São Paulo
Matou mais uma vez o Amor
Logo o Amor, inseguro por que não tinha seguros,
Morto pela segurança.
(do poeta-guerrêro Luan Luando,
da Z/S de São Paulo que sangra)
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